sexta-feira, 15 de outubro de 2010

ENVELHECER BEM REQUER CUIDADOS 
SOCIAIS, EMOCIONAIS E FÍSICOS

A presidente do Instituto Ame Suas Rugas, Rosane Magaly Martins, abriu as atividades da Semana do Idoso da cidade de Timbó, onde falou sobre a necessidade das pessoas em processo de envelhecimento manterem qualidade de vida com efetiva participação social para a construção de uma sociedade justa e igualitária. Salientou a importância que cada um administre seu capital emocional, suas relações pessoais, familiares, de trabalho e comuntárias, para envelhecer com menor quantidade de mágoas e sofrimentos. Os aspectos físicos, como alimentação saudável, ingestão de menor quantidade de carnes, maior quantidade de água, caminhadas e atividades físicas não foram esquecidas. Os idosos participaram ativamente com questionamentos e nos exercícios e simulações de conflitos.



sexta-feira, 1 de outubro de 2010


VOVÓS ESPANHOLAS FAZEM GREVE

ENQUANTO AS NOSSAS FAZEM A FESTA

Nesta sexta-feira comemora-se o Dia Internacional do Idoso, com muitas atividades físicas, artísticas e culturais em todo o País. Os números mostram que pessoas acima dos 60 anos tem muito o que comemorar. Em 2009, havia cerca de 21 milhões de idosos no país e, entre 1999 e 2009, o percentual das pessoas com 60 anos ou mais de idade no conjunto da população brasileira passou de 9,1% para 11,3%, segundo dados da PNAD. Mas temos longo caminho para assegurar renda, bem estar e qualidade de vida aos que envelhecem. Enquanto por aqui os bailes de terceira idade se multiplicam, na Espanha ocorre uma mobilização nacional de vovós que são obrigadas a dispensar cuidados aos netos, sem reconhecimento nem remuneração, por 8, 10, 12 horas diárias.

Os números são importantes para definirmos políticas públicas e temos que ter maior participação dos idosos no que concerne ao exercício de sua cidadania, para conquista de novos direitos. Algumas conquistas são o Estatuto do Idoso, a redução da idade de 67 para 65 anos para o recebimento do benefício de prestação continuada que tira da linha de pobreza um grande número de pessoas idosas. Este benefício melhorou a condição de vidado segmento e de suas famílias, mas os números de idosos mantenedores de lares é uma advertência para o quadro de precarização do trabalho.

Nesta semana onde prefeituras de todo o país mobilizam-se na organização de festas aos idosos, as centrais de trabalhadores da Espanha apoiaram a mobilização nacional de avós que querem ter o direito de descansar e deixar de cuidar dos netos por 8, 12 horas diárias sem remuneração. Naquele país se estima de 50% das avós idosas cuidem de netos, por conta do Estado não promover a proteção integral da infância para que suas mães possam trabalhar. A maior discussão está no conflito geracional familiar, pois se a avó não cuida do neto, corre o risco de ser abandonada em uma casa de longa permanência pelos filhos. Deste modo a violência contra os idosos se instala sem que tenham a quem buscar socorro e acolhimento ás suas demandas mais íntimas de proteção física, social e psicológica.

Hoje é dia de comemorar, sem perder as reflexões que o envelhecimento trás aos 21.736.000 idosos brasileiros. Vovôs tendo que trabalhar para complementar aposentadorias e vovós sendo compelidas a dispensar cuidados com netos e netas, em fase que necessitam ser cuidados. O aumento da violência familiar e social contra o idoso também nos adverte que nossa sociedade deve pensar em um novo modelo de relações, sob pena de sermos as próximas vítimas. Por isto devemos assumir papel ativo e atuante, participando dos fóruns, dos conselhos municipais, estaduais e nacional do idoso, legislando, cobrando, exigindo, fazendo com que a nação garanta os direitos dos idosos e nossos futuros direitos. 

segunda-feira, 27 de setembro de 2010


O Instituto apoia este evento. 
Muitas mulheres não envelhecem, vítima de câncer.
Por isso, esperamos você.
Abraço 

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

PARTICIPE DA 5ª SEMANA DO IDOSO DE TIMBÓ

Ela inicia dia 28 de setembro, às 15 horas, 
no Centro Evangélico Cristo Redentor.
A presidente do Instituto Ame Suas Rugas - Rosane Magaly Martins,
fará a abertura oficial.
Também autografará livros que tratam do envelhecimento saudável.
Arthur Moreira Lima apresenta-se em concerto, no dia 29.
Imperdível. 

clique sobre as imagens para ler melhor

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

METADE DOS IDOSOS BRASILEIROS SOFREM COM DOENÇAS CRÔNICAS

Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta sexta-feira indica que quase a metade dos idosos (48,9%) do país sofre de mais de uma doença crônica, como diabetes, problemas cardiovasculares e câncer. A Síntese de Indicadores Sociais 2009, que apresentou dados de levantamento feito em 2008, mostra que, à medida que a pessoa envelhece, maiores são as chances de contrair uma doença crônica. No subgrupo com 75 anos ou mais, a taxa é de 54%.
Entre as doenças, a hipertensão é a que mais aparece (50%) em idosos (acima de 60 anos). Dores na coluna e artrite ou reumatismo também são frequentes e atingem 35,1% e 24,2%, respectivamente, das pessoas nessa faixa etária.
"Envelhecer sem doença crônica é uma exceção, entretanto, ter a doença não significa necessariamente exclusão social. Se o idoso continua ativo da sociedade, mantendo sua autoestima, é considerado saudável pelos estudiosos", destaca o estudo.
Dessa forma, a pesquisa justifica o fato de 45,5% dos idosos terem avaliado o estado de saúde como bom ou muito bom. Segundo o levantamento, 12,6% avaliam que a saúde está ruim ou muito ruim, sendo que a maioria é formada por pretos e pardos com mais de 75 anos e renda de meio salário mínimo.
Em relação à saúde, também chama a atenção o fato de 32,5% dos idosos não terem o domicílio cadastrado em programas de saúde do governo ou não terem cobertura de planos particulares. No Rio de Janeiro, 49,1% das pessoas nessa faixa de idade estavam sem cobertura.
A pesquisa também traçou o perfil do idoso no país. Mulheres (55,8%), brancos (55,4%) e com menos de um ano de escolaridade (30,7%) são maioria. Com relação à renda, pouco menos de 12% viviam com cerca de metade de um salário mínimo e 66% estavam aposentados.

domingo, 12 de setembro de 2010

ADULTO SENIOR É CONTEÚDO DE 
PESQUISAS E REPORTAGENS  

Há mais de dois anos o INSTITUTO AME SUAS RUGAS apresenta discussões, tendências e necessidades do público envelhecente junto aos principais meios de comunicação. Agora grandes empresas como Pão de Açucar, Avon e Boticário começam a olhar com atenção o setor e encomendaram uma pesquisa específica para detectar o perfil deste novo consumidor. Empresas modernas estão abertas não só a este consumidor, como também com o desenvolvimento de projetos sociais que amparam o idoso em suas novas demandas sociais. 


A Revista Exame deste mês de maio trouxe importante reportagem. 
Saiba mais no link
http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/novos-velhos-habitos-mercado-senior-brasil-557340.html?page=1





O TESÃO DOS VELHOS


por Gilberto Dimenstein


É com ânimo de adolescente que o arquiteto Jaime Lerner fala sobre sua experiência de produzir o menor carro do mundo, a ser apresentado nesta semana durante uma feira de design. A ideia é que o microautomóvel não seja vendido a particulares, mas fique em diversos estacionamentos da cidade, para ser alugado por hora, ajudando a aliviar o trânsito. “O carro só tem um problema: eu quase não consigo entrar nele”, brinca com seu peso.
Rapidamente muda de assunto: fala das experiências de inovação urbana que o fazem viajar sem parar pelo mundo. Conta que um dos seus projetos, já desenhado, é criar o maior parque linear do mundo, em cima da linha de trem que passa na cidade de São Paulo. “Isso redefiniria o conceito de periferia.” A conversa ruma para questões pessoais e eu lhe pergunto se está namorando. Jaime, viúvo, diz que não vai encontrar ninguém que substitua Fani, sua falecida mulher. Nem se mostra disposto a morar com mais ninguém. Namorar pode ser. “Desde que não me chateie.”
Escolhi Jaime, 73 anos, para abrir a coluna de hoje por causa de uma informação divulgada pelo IBGE na semana passada: cresce aceleradamente a faixa etária dos mais velhos. Em apenas um ano, de 2008 a 2009, foram mais 697 mil pessoas -quase a quantidade da redução que houve entre os jovens até os 24 anos de idade. Estamos vivendo uma redefinição da velhice, uma redefinição acentuada nesta sucessão presidencial. O Brasil -assim como vários outros países do mundo- está com menos jovens, mas os velhos, de modo geral, estão mais jovens.
Uma prova disso foi uma campanha publicitária lançada na semana passada na Inglaterra depois da descoberta de que as doenças venéreas estão crescendo especialmente entre os homens com mais de 65 anos de idade. Em sua maioria, eles imaginam que esse tipo de doença é coisa de adolescente e que, portanto, estariam imunes a elas, já que, com mais experiência, saberiam escolher melhor as parceiras. Por trás disso, segundo os responsáveis pela campanha, estão o aumento da expectativa de vida e o crescimento do número de divórcios, além, é claro, dos novos medicamentos e tratamentos para cuidar da saúde, no geral, e da disfunção erétil, em particular.
Principal personagem desta sucessão presidencial, Lula, 65 anos, é visto muito menos como ex-presidente do que como candidato na próxima eleição, quando já terá quase 70 anos. Ninguém vê problema nisso. Assim como se especula que, caso saia mesmo derrotado, como reforçou a pesquisa Datafolha divulgada ontem, José Serra talvez dispute a prefeitura paulistana aos 70 anos. Muita gente dentro do PSDB lista uma série de razões para o ex-governador não sair candidato, mas idade não aparece entre elas.
Há um time de brasileiros que vai, aos poucos, redefinindo o que significa ser velho. É gente como Silvio Santos, Hebe Camargo, Jô Soares, Fernando Henrique Cardoso, Boni, Chico Buarque, Caetano, Gil, Niemeyer, Adib Jatene. De alguma forma, eles se comportam, na sua inventividade, como educadores e ajudam a quebrar o preconceito de que ser velho é apenas esperar a morte.
Uma pesquisa realizada pelo Datafolha sobre a terceira idade mostrou que um terço dos brasileiros com mais 60 anos admite ter depressão. Nesse grupo, o medo da morte é igual ao de ficar doente -isso sinaliza como será complicado preparar os sistemas de saúde para atender a essa clientela. Psiquiatras alertam sobre o risco de certos preconceitos acabarem atrapalhando o processo de envelhecimento. É que, além dos problemas naturais da idade, é comum a visão que se tem da vida na terceira idade como um momento sem novidades, previsível, monótono, o que, muitas vezes, aumenta a probabilidade de surgirem doenças físicas e psicológicas. Veja quantos acadêmicos, no auge de sua fertilidade mental, se aposentam da universidade.
Isso significa que tesão pela vida se aprende. Ou se desaprende. Aprende-se, por exemplo, vendo um Jaime Lerner, cercado de universitários, tão satisfeito quanto desajeitado, espremendo-se para entrar no menor carro do mundo.
Extraído do Jornal Folha de São Paulo de 12set2010:  http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1209201022.htm

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

1ra Edición Regional Internacional
de Especialización:
“Gerencia en Salud para Personas Mayores”




La Organización Panamericana de la Salud (OPS), el Centro Interamericano de Estudios de Seguridad Social (CIESS) y la Academia Latinoamericana de Medicina del Adulto Mayor (ALMA), junto a instituciones académicas de prestigio internacional, han diseñado la presente Especialización, dirigida a los actuales directivos y a los profesionales interesados en gerenciar programas y servicios de salud para personas mayores.
La necesidad de capacitación en la región de América Latina, expresada en la invitación efectuada por el Instituto Nacional de Servicios Sociales para Jubilados y Pensionado de la República Argentina (PAMI), ha llevado a esta edición Regional, con la fase presencial en Buenos Aires, Argentina. La Especialización será impartida en español y en portugués.

Modalidad: Semipresencial. 
Duración: Total de horas: 380. Una semana presencial en Argentina, del 14 al 19 de noviembre.
Metas:
·         Mejorar la calidad de los programas y servicios de salud dirigidos a Personas Mayores en América Latina y el Caribe.
·         Establecer estándares mínimos en la selección y evaluación de directivos de programas y servicios de salud para personas mayores en la región.


Objetivos:

·         Identificar los determinantes de la salud y el envejecimiento en América Latina y su relación con las funciones esenciales de la Salud Pública.
·         Diseñar, gerenciar y evaluar programas y servicios dirigidos a la salud de las personas mayores.
·         Aplicar herramientas de la gerencia que permitan la integración eficaz y eficiente de los programas y servicios sociales y de salud para las personas mayores.
·         Proponer programas de intervención basados en los avances de la Salud Pública, la Gerontología y las condiciones de los escenarios de actuación profesional.

Dirigido a:

·         Gerentes de programas de salud de Personas Mayores, en diferentes niveles de los sistemas de salud.
·         Directivos de organizaciones, instituciones de seguridad social, aseguradoras y proveedoras  de programas y servicios para personas mayores.
·         Profesionales interesados en gerenciar programas de salud para Personas Mayores.


   Requisitos de admisión:
§  Ser graduado universitario.
§  Acceso y conocimiento mínimo de las Tecnologías de la Información y las Comunicaciones.
§  Acceso a Internet y a correo electrónico.

Estructura del plan de estudios

MÓDULOS
PROFESORES
Módulo Introductorio
Baudilio Jardines. Organización Panamericana de la Salud
Módulo I: Envejecimiento y Sociedad 
I.1  Demografía del envejecimiento
Roberto Ham. Colegio de la Frontera Norte, México
I.2   Epidemiología del envejecimiento 
Jesús Menéndez. Centro de Investigaciones sobre Longevidad, Envejecimiento y Salud, Cuba
I.3.  Sociología del envejecimiento
Silvia Gascón. Universidad ISALUD, Argentina
I.4.  Envejecimiento, salud y enfermedad
Luis M Gutiérrez. Instituto Nacional de Geriatría, México
 Módulo II: Política Pública, Protección Social, Salud y Envejecimiento
II.1   Derechos humanos y protección social
Raquel  Abrantes. Centro Interamericano de Estudios de Seguridad Social, México
II.2   Envejecimiento y Salud Pública 
Clemente Zúñiga. Universidad de Baja California, México
II.3    Política Pública, Sistemas de Salud y Envejecimiento 
Enrique Vega. Organización Panamericana de la Salud
Módulo III: Gerencia en Salud 
III.I   Introducción a la Gerencia
Pastor Castell-Florit. Escuela Nacional de Salud Pública, Cuba
III.2   Gestión de Programas de Salud
Carmen Arocha. Escuela Nacional de Salud Pública, Cuba
III.3   Gestión de Servicios de Salud  
Rafael Elgegren. Universidad San Martín de Porres, Perú
III.4   Planes Integrales para la Gestión de Servicios de Salud.
Laurence Branch.  Universidad del Sur de la Florida
Módulo IV: Gerencia de salud para mayores I  
IV.1 Programas de Promoción de salud y prevención de enfermedades
José F. Parodi. Universidad San Martín de Porres, Perú
IV.2  Programas de autocuidado para personas mayores.
Martha Peláez. Academia Latinoamericana de Medicina del Adulto Mayor
IV.3  Prevención, rehabilitación y atención a la dependencia. La autonomía de las personas de edad. 
Armando Vázquez. Organización Panamericana de la Salud
IV.4  Programas y servicios comunitarios
Liliams Rodríguez. Centro de Investigaciones sobre Longevidad, Envejecimiento y Salud, Cuba
Módulo V: Gerencia de salud para mayores II
V.1  Programas y servicios hospitalarios.
Fernando Morales. Universidad de Costa Rica
V.2  Programas y servicios de mediana y larga duración. 
Miguel A Vázquez Residencia Asistida de Vigo, España
V.3  La coordinación de los servicios
Leocadio Rodríguez. Hospital Universitario de Getafe, España
V.4  Calidad y evaluación de la gestión de calidad 
Rocío Velasco. Hospital Universitario Infanta Sofía , España
Módulo VI: Trabajo de terminación de la especialización



Contacto Principal:

Dra. Raquel Abrantes Pêgo
Coordinación Académica CIESS
especializacion.adultomayor@ciss.org.mx

fax: (52-55)
5377-4707
fone:(52-55)
5377-4734
Calle San Ramón S/N Col. San Jerónimo Lidice
C.P. 10 100.  Delegación M. Contreras
México, D.F

 






 








Para más información, le recomendamos visitar:




Modalidad educativa y estructura curricular:

El plan de estudios tiene una estructura de módulos, conformados por unidades didácticas. Cada módulo culminará con una actividad evaluativa.

El Programa cuenta con tutoría personalizada y en la fase a distancia el trabajo será en red mediante Internet.


Perfil del egresado:

Al culminar la especialización, el egresado será capaz de:

• Asesorar y gerenciar programas, servicios y proyectos salud dirigidos a personas mayores.
• Dominar los procedimientos claves para la gestión sanitaria, la organización de los procesos asistenciales y preventivos, así como el uso equitativo y óptimo de los recursos humanos y financieros disponibles.
•  Dominar los procedimientos clave para la negociación y gestión que promuevan la integración eficaz y eficiente de los programas y servicios sociales y de salud.




Los graduados recibirán un certificado avalado por la Organización Panamericana de la Salud, el Centro Interamericano de  Estudios de Seguridad Social y la Academia Latinoamericana de Medicina del Adulto Mayor.
La acreditación del proceso docente estará a cargo de Universidades participantes



Calendario:
•    Presentación de solicitud:
Hasta 01 de octubre
•    Comunicación del resultado de la selección: 05 de octubre
•    Inicio de la Especialización:
§ Curso de Familiarización: del 1ro al 12 de noviembre
§ Fase presencial:14 al 19 de noviembre
§ Fase virtual: 25 de noviembre a 1 de julio
•    Término de la Especialización:

Solicitud:
Los solicitantes deben enviar:
Planilla de solicitud 
1.  Carta de compromiso personal
2.  Carta de presentación y compromiso institucional
3.  Copia escaneada del título profesional
4.  Resumen de una página de su curriculum vitae.

Los documentos deben enviarse a:

Usted recibirá un acuso de recibo en las siguientes 72 horas a enviado. Si no lo recibe, le rogamos reenvíe la información.







Costos:
Nuevamente, en esta oportunidad el apoyo recibido por instituciones internacionales ha permitido disminuir considerablemente el costo de la inversión del curso para que sea más accesible.

Costo de la Especialización: 3,900.00 USD

Opciones de pago:

Opción A. Costo especial. Un solo pago antes del 31 de octubre 3,500.00 USD
Opción B. Cuatro parcialidades
-  $300 USD (inscripción) antes del 31 octubre
-  $1,200 USD antes del 31 de octubre
-  $1,200 USD antes del 30 de febrero
-  $1,200 USD antes del 30 de julio

Forma de pago: Pagos en la República Mexicana: en moneda nacional al tipo de cambio del día, a través de depósitos en la cuenta número 044 31 08 511 de Bancomer sucursal 1822, CLABE: 012180004431085113, de la Ciudad de México, a nombre de la Conferencia Interamericana de Seguridad Social.

Pagos fuera de la República Mexicana: con transferencia bancaria a la cuenta 7001321033 del Banco HSBC a nombre de la Conferencia Interamericana de Seguridad Social, código de ruta (ABA) BIMEMXMM. Es importante señalar que algunas instituciones bancarias cobran un porcentaje de comisión por transferencia, la que correrá a cargo del interesado.
Una vez realizada dicho depósito o transferencia, sírvase enviar una copia del comprobante, al fax (5255) 5377 47 07 o escaneado al e-mail de contacto.

Los interesados pueden encontrar información sobre los costos y programas de financiamiento de la Especialización contactando a: